|
|
IMAGEM É TUDO
Escritórios virtuais,
Internet e papelaria
podem ajudar a melhorar aparência da empresa
Competência precisa ser exibida
Para ter sucesso em mercados competitivos, não basta ter competência: é também
necessário que essa excelência seja vista. |
|
Atentas a isso -e mesmo com recursos limitados-, algumas micro e pequenas
empresas têm utilizado ferramentas para melhorar sua imagem com clientes.
Escritórios virtuais, papelaria personalizada,
estratégias de marketing e Internet são alguns dos instrumentos para
aprimorar a aparência dos negócios.
O primeiro passo é
possuir um site que seja transparente: disponibilizar o
currículo do profissional e pedir permissão para citar o nome de clientes são
exemplos de atitudes positivas.
"As pequenas empresas muitas vezes não exprimem sua competência no site ou o
fazem de forma errada", critica René Werner, 52, da Werner Consultoria em
Desenvolvimento Societário.
Mas a tecnologia não é o único recurso nessas situações. Ter uma papelaria de
primeira linha, com cartões pessoais bem acabados e pastas com o logotipo da
empresa, pode fazer a diferença. "O cliente tende a desconfiar da qualidade do
serviço quando se apresenta um cartão de visitas impresso em computador", diz
Werner.
Empresa virtual
Uma alternativa que começa a despontar, sobretudo entre profissionais liberais,
são os escritórios virtuais. Trata-se de empresas que oferecem toda a
infra-estrutura de um escritório real: recepção, serviços de copa, motoboy e
assessorias jurídica e contábil.
A diferença é que o profissional pode trabalhar em sua casa ou viajar e optar
por pacotes com uma secretária (que atende chamadas em nome da empresa e repassa
para um aparelho particular), um endereço fiscal e uma sala de reunião (fixa ou
alugada).
"Hoje um cliente pode ter o serviço de uma secretária, um endereço fiscal,
suporte de internet e apoio contábil por R$ 380", informa Victor Gradilone, 52,
diretor-executivo do Virtual Office, empresa que administra escritórios
virtuais. "Se fosse em um escritório montado, esse valor não sairia por menos de
R$ 1.500", compara.
O sócio-gerente do Open Offices, José Amaro Machado, 49, destaca que esse
serviço não é um conceito novo. "Antes os profissionais costumavam dividir um
mesmo prédio e tinham uma secretária em comum. Agora esse serviço foi
profissionalizado."
Já o consultor do Sebrae-SP José Carmo Vieira de Oliveira, 49, acredita na força
das ações de marketing para alavancar a imagem profissional dos negócios.
"Quando a pessoa abre uma empresa, ela pensa somente na capacidade técnica. Mas
também é preciso saber vender isso", avalia.
Segundo ele, ações de marketing pessoal e direto, telemarketing e visitas
pessoais são fundamentais para mostrar a excelência da empresa ou do
profissional.
( Por: FABIANO
MERLI)
|
|
|